Quero fazer Direito, e agora?

O advogado é o profissional que defende a lei, preventiva ou contenciosamente, em todos os ramos da sociedade. Ele deve garantir a legalidade em todas as atividades de qualquer setor e estar preparado para sair da rotina de trabalho sempre que necessário.

Em 1962, iniciou-se a primeira turma do curso de Direito da Universidade de Taubaté (UNITAU) e, desde então, a instituição forma gerações de profissionais da área, enfatizando o compromisso com a ética e com a justiça social. Com duração de 10 meses, o curso conta com laboratórios para a prática jurídica e excelente corpo docente com 15% de doutores, 61% de mestres, 23% de especialistas e 1% de graduados.

Na UNITAU, o acadêmico de Direito sai bem preparado para uma carreira de sucesso. “Além de receber orientações referentes ao senso jurídico, da forma como os fatos da vida devem ser avaliados quando confrontados com a legislação, o aluno desenvolve habilidades que serão valiosas durante toda a vida profissional”, pontua o Prof. Me. Vagner Paskewicks, atual coordenador dos professores.

As impressivas ferramentas oferecidas somadas à localização fizeram parte da decisão do Prof. Me. André Augusto de Souza Augustinho, advogado, doutorando, ex-aluno e professor da Universidade. “Eu resolvi fazer Direito na UNITAU devido a logística e por ser uma universidade pública, apesar do pagamento, de natureza pública, com professores concursados e de extrema excelência, no deslinde do curso me apaixonei pela Universidade e hoje sou feliz em fazer parte da história dela”. conta.

Na época de estudante, Prof. André foi o mais novo estudante do Estado de São Paulo a ser aprovado na prova mais temida da vida acadêmica do advogado: o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ele afirma que o segredo é focar nos assuntos que o aluno tem mais afinidade. “A prova é composta por questões de tudo que você estudou durante a graduação, e você tem que acertar, na primeira fase, metade dessa prova. Então, foque nas matérias que você tem mais afinco e acerte todas. Além disso, focar nas matérias do Estatuto da Advocacia e do Código de Ética e Disciplina, são questões importantes que caem”, explica o professor. Para quem está em dúvida sobre o exame, ele sugere: “Faça o exame da ordem, mesmo que não vá advogar, tenha a sua carteira de ordem”.

Com a carteira de ordem em mãos, o advogado tem um leque de oportunidades no mercado. “No setor privado, podemos citar como exemplo elaboração, reformulação e análise de contratos, preparação e apresentação de peças do interesse de empresas, instituições públicas, etc”, aponta o professor Vagner. “Representar o cliente nas relações empregado/empregador em questões trabalhistas, efetuar procedimentos junto à Seguridade Social, atuar na área criminal”, completa.

Marina Lima

ACOM/UNITAU

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