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ENEM
exigiu pouco conhecimento específico, dizem professores
Educadores avaliam
que o Enem (Exame Nacional dos Estudantes) trabalhou mais
com questões interpretativas que com técnicas,
e que as exigências relacionadas ao conhecimento básico
escolar foram poucas. Já os alunos acharam a prova,
composta por 63 questões, fácil, mas cansativa
demais.
De acordo com a Professora de Geografia Isabel Cristina
Delgado, do Colégio Unitau Alfredo José Balbi,
por um lado essa nova metodologia do exame foi positiva.
“O Enem trouxe questões sobre o Oriente Médio,
sobre o etanol e os biocombustíveis, temas atuais
e que tínhamos trabalhado”. No entanto, ela
alerta sobre esse tipo de avaliação. “É
preciso ter cuidado, não pode haver só interpretação.
É necessário aliar questões interpretativas
às de conhecimento técnico”.
Criado em 1998 para que o aluno pudesse se auto-avaliar
ao final do ensino médio, o Enem, hoje, integra os
processos seletivos de 500 instituições de
ensino superior.
As notas serão divulgadas em novembro, por meio de
boletim enviado pelo correio ou pela internet.
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| Escolha
Profissional – O SAV te dá uma mão!
Para
quem sente que tem um talento nato para determinada
área, mas ainda não sabe em que deve empregar
essas habilidades, o SAV UNITAU (Serviço de Atendimento
ao Vestibulando da Universidade de Taubaté) pode
auxiliar os que procuram uma orientação
mais específica.
Os interessados podem se consultar com psicólogos
do SAV, que trabalham temáticas ligadas à
busca da escolha profissional, através de dinâmicas
de grupo e consultas individuais. Para participar, é
necessário estar cursando penúltimo e/ou
último ano do ensino médio, e apresentar
o termo de consentimento assinado pelos pais ou responsáveis.
Este termo poderá ser retirado nas dependências
do SAV UNITAU. E melhor: todo esse atendimento é
gratuito!
Os interessados podem se inscrever aqui.
As sessões são realizadas na sede do SAV,
de segunda a sexta-feira, das 8h ao 12h, das 14h às
18h e das 19h às 21h.
Participe! |
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Mandarim
– O novo idioma do mercado
Que
o inglês e o espanhol são os idiomas “de
base” para quem quer um bom emprego, isso todo mundo
já sabe. Mas o que muita gente desconsidera é
que o mandarim, a língua dos chineses, é apontada
como um dos idiomas que pode fazer a diferença nos
currículos num futuro muito próximo. A China,
um país que cresceu assombrosamente 10% no último
ano, se expande cada vez mais, e tratados comerciais com aquele
país se tornam atrativos à medida que os laços
comerciais entre ocidente o oriente se estreitam. Hoje, 68%
do que sai da china não são produzidos pelos
chineses, e as empresas instaladas naquele país necessitam
de pessoas que conheçam o mandarim e os costumes chineses.
Para quem pensa em cursar Comércio Exterior, Relações
Internacionais ou mesmo aprimorar o currículo, deve
levar em conta o mercado que desponta do outro lado do mundo.
O
Boletim Eletrônico do SAV (Serviço do Atendimento ao Vestibulando)
é um boletim quinzenal da Comissão Permanente de Seleção Acadêmica
(COPESA), da Universidade de Taubaté. Se você não
desejar mais receber esta mensagem, clique
aqui. |
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