BOLETIM ELETRÔNICO SAV - 31/08/2007

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ENEM exigiu pouco conhecimento específico, dizem professores

Educadores avaliam que o Enem (Exame Nacional dos Estudantes) trabalhou mais com questões interpretativas que com técnicas, e que as exigências relacionadas ao conhecimento básico escolar foram poucas. Já os alunos acharam a prova, composta por 63 questões, fácil, mas cansativa demais.
De acordo com a Professora de Geografia Isabel Cristina Delgado, do Colégio Unitau Alfredo José Balbi, por um lado essa nova metodologia do exame foi positiva. “O Enem trouxe questões sobre o Oriente Médio, sobre o etanol e os biocombustíveis, temas atuais e que tínhamos trabalhado”. No entanto, ela alerta sobre esse tipo de avaliação. “É preciso ter cuidado, não pode haver só interpretação. É necessário aliar questões interpretativas às de conhecimento técnico”.
Criado em 1998 para que o aluno pudesse se auto-avaliar ao final do ensino médio, o Enem, hoje, integra os processos seletivos de 500 instituições de ensino superior.
As notas serão divulgadas em novembro, por meio de boletim enviado pelo correio ou pela internet.


Escolha Profissional – O SAV te dá uma mão!

Para quem sente que tem um talento nato para determinada área, mas ainda não sabe em que deve empregar essas habilidades, o SAV UNITAU (Serviço de Atendimento ao Vestibulando da Universidade de Taubaté) pode auxiliar os que procuram uma orientação mais específica.
Os interessados podem se consultar com psicólogos do SAV, que trabalham temáticas ligadas à busca da escolha profissional, através de dinâmicas de grupo e consultas individuais. Para participar, é necessário estar cursando penúltimo e/ou último ano do ensino médio, e apresentar o termo de consentimento assinado pelos pais ou responsáveis. Este termo poderá ser retirado nas dependências do SAV UNITAU. E melhor: todo esse atendimento é gratuito!
Os interessados podem se inscrever aqui. As sessões são realizadas na sede do SAV, de segunda a sexta-feira, das 8h ao 12h, das 14h às 18h e das 19h às 21h.

Participe!


Mandarim – O novo idioma do mercado

Que o inglês e o espanhol são os idiomas “de base” para quem quer um bom emprego, isso todo mundo já sabe. Mas o que muita gente desconsidera é que o mandarim, a língua dos chineses, é apontada como um dos idiomas que pode fazer a diferença nos currículos num futuro muito próximo. A China, um país que cresceu assombrosamente 10% no último ano, se expande cada vez mais, e tratados comerciais com aquele país se tornam atrativos à medida que os laços comerciais entre ocidente o oriente se estreitam. Hoje, 68% do que sai da china não são produzidos pelos chineses, e as empresas instaladas naquele país necessitam de pessoas que conheçam o mandarim e os costumes chineses.
Para quem pensa em cursar Comércio Exterior, Relações Internacionais ou mesmo aprimorar o currículo, deve levar em conta o mercado que desponta do outro lado do mundo.

O Boletim Eletrônico do SAV (Serviço do Atendimento ao Vestibulando) é um boletim quinzenal da Comissão Permanente de Seleção Acadêmica (COPESA), da Universidade de Taubaté. Se você não desejar mais receber esta mensagem, clique aqui.